Páginas deste Blog

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

E Ele me fez para ser Dele - Parte 2



Dois meses já haviam se passado desde que Marcos esbofeteou Lucia. Nesse tempo ela não foi tocada por ele, e em sinal de respeito, mas também de culpa, não procurou seu corpo.
Porém, quase todos os dias Lucia olhava para aquele pedaço de papel, tanto, que já havia decorado o n.º de telefone ali escrito.

Numa manhã ensolarada de sábado, a caminho daquele mesmo shopping, onde ia fazer algumas compras, Lucia parou seu carro em frente de um telefone público e resolveu ligar para aquele homem que, de certa forma, provocou mudanças e novas situações em sua vida matrimonial. Estava decidida a lhe perguntar se ele não havia se enganado, tendo confundido-a com outra mulher. O fato é que Lucia não se deu conta que isso era uma desculpa inconsciente... Ela queria ligar.

Na primeira tentativa o telefone tocou, tocou e tocou, até que caiu na caixa postal. Lucia desligou, não queria saber de mais nada. Virou-se para ir embora e pensou: “apenas mais uma vez, e que também será a última”. No terceiro toque a ligação é completada. Tensão, nervosismo e a mesma voz rouca e forte do shopping:


- Alô.
Silêncio, apreensão, mãos suando frio.
- Alô, quem é?
- Bom dia, por gentileza o senhor VanKlauss.
O silêncio agora se faz do outro lado, até que...
- Aqui é o Senhor VanKlauss. Quem é você cadela? Como conseguiu meu telefone?
Lucia ficou estarrecida com o termo “cadela”. “Como aquele homem que se mostrou tão educado no shopping poderia ser tão grosso?”.
- Acho que houve um engano...
- Engano algum cadela. Quem é você?
- Não sou cadela... Não gosto deste tratamento... Desculpe-me incomodá-lo...
- Não desligue cadela. Se tem este n.º de telefone, eu lhe forneci. Diga-me onde foi isso?
Lucia estava ficando irritada e incomodada com aquela conversa.
- Bem senhor, se sai dando seu n.º de telefone para tantas, a ponto de não lembrar, não sou eu quem irá fazer isso!
- Cadela, aquele dia no parque chovia muito, e não consegui conversar com você, por isso pedi que me ligasse.
- Parque? Que parque? Não estávamos em um parque...
- Háháháháhá... É você linda cadela morena do shopping, de pernas torneadas e de face assustada... Sinceramente já não esperava mais tua ligação, mas é com extremo prazer que renasce em mim o desejo de te fazer minha PUTA VADIA.
Lucia estava tonta... Ouvia e ao mesmo tempo não sabia porque estava ali, conversando com um estranho.
- Senhor, eu estou ligando para desfazer um mal entendido, eu não...
- Quieta minha putinha! Quero vê-la!
- Impossível isso! O senhor está louco. Estou ligando exatamente para dizer que não...
- Ouça! Ligue-me na segunda-feira, exatamente às 14 horas. Vamos conversar melhor e com mais calma. Iremos nos encontrar.
- Senhor VanKlauss, não é nada disso...
- Aguardo tua ligação no dia e horário marcados, minha CADELA VADIA!


Aquele homem desligou o telefone e Lucia ficou ali, parada, imóvel, estática, olhando para o nada, segurando um telefone público. De repente um susto... Se celular começa a tocar. Ela atende nervosa.

- Alô...
- Lucia, sou eu!
- Eu quem, eu não quero nada...
- Lucia, sou eu, Marcos! Também preciso dizer que sou seu marido? Não viu meu nome em teu celular?
- Marcos... Tá bem...
- Lucia, o que você tem? Você está bem?
- Sim, sim, estou.
- Onde você está?
- Saindo do shopping Marcos.
- Não demore Lucia. Hoje temos um almoço com o Pedro e a Vanessa, lembra?
- Sim, lembro.
- Lucia, você está muito estranha. Quando chegar em casa, conversaremos. Venha logo, não quero me atrasar.

O almoço correu de forma alegre. Os dois casais conversaram, riram e relembraram épocas da juventude. Num determinado momento os homens começaram a falar de negócios e Lucia e Vanessa foram para a cozinha. Vanessa lhe perguntou:

- Lucia, você e o Marcos estão bem?
- Sim, estamos bem.
- Eu te conheço há anos minha amiga. Fizemos colégio e faculdade juntas e sei que você precisa conversar.

Lucia pela primeira vez desabafou com alguém. Falou para Vanessa de seus problemas conjugais com Marcos dando ênfase em sua infelicidade sexual e afetiva (é claro que não mencionou VanKlauss).
Quando estavam indo embora da casa dos amigos, Vanessa piscou para Lúcia, cruzou os dedos e sorriu.
Marcos perguntou:

- O que significa aquela piscada da Vanessa para você?
- Coisas de mulher meu marido. Vamos pra casa.


À noite, mais uma vez Lucia repetiu o ritual daquela outra noite desastrosa, porém com alguns cuidados. Lingerie mais “comportada” e não pedir para que Marcos a fizesse uma PUTA VADIA! Dessa vez ela irá conduzir o sexo, seguindo os conselhos de sua amiga Vanessa.

Assim que Marcou deitou-se ao seu lado, ela encostou sua belíssima bunda em seu quadril e começou a acariciar as pernas de seu marido com seus pés. Marcos a abraçou e começou a beijá-la. Ela sentiu o pau do marido duro, latejando, e nele começou a esfregar sua buceta, que já estava toda molhada.

Marcos arrancou a roupa e quando ia tirar a roupa de sua esposa e deitar sobre ela (esse era seu único ritual com Lucia), ela tomou a iniciativa e começou a beijar-lhe o peito, a barriga, descendo cada vez mais com sua boca de lábios carnudos e macios.
Quando viu o cacete de seu marido rijo, duro, bem à sua frente, se lembrou de Vanessa e começou a beijar-lhe a cabeça do pau com suavidade, lambendo-a e olhando para Marcos.
Os olhos de seu marido estavam arregalados, respiração forte. Ela abocanhou aquele cacete e começou a chupá-lo, com fome, com sede, babando nele, lambendo-o, e sempre olhando para seu marido com olhos de “me come, me fode, me toma, sou tua”.


Mas Marcos (ahá seu babaca hipócrita!) mais uma vez ficou “horrorizado” com aquela cena. Recolheu suas pernas e perguntou pra sua mulher:

- Onde você aprendeu isso sua puta? Não venha me dizer que foi a Vanessa que te ensinou, pois eu e o Pedro somos grandes amigos e conversamos sobre tudo, inclusive sobre isso!
Lucia não conseguia falar. Queria, mas não conseguia. Quem é de verdade seu marido? Que homem é esse?
- Lucia, sua vagabunda. Você está me traindo!
Aquilo foi uma facada em Lucia.
- Nunca te trai Marcos, sou uma mulher fiel.
- Mentirosa... Onde aprendeu a fazer isso? Isso é coisa de prostituta!

Os gritos de Marcos ecoaram por toda a casa fazendo com que Lucia começasse a chorar compulsivamente. Marcos se levantou e disse:

- Vou sair, preciso repensar meu casamento e minha esposa. Quando eu voltar, amanhã – não me espere essa noite – vamos ter uma conversa muito séria Lucia. Você vai me explicar direitinho “onde” aprendeu isso?

Lucia chorou o restante da noite, e só conseguiu dormir quando eram quase 5 horas da manhã, exausta.


3 comentários:

Loira Sensual - Sensualidade a flor da pele.... disse...

Até que enfim a continuação.... rs

Pela atitude exagerada do marido... prevejo o que virá pela frente.

Vou aguardar ansiosa... rs

Beijos meus...

*yllenah* SM disse...

Saudações Sr

Maraviloso o texto...

*yllenah* SM

dog pet disse...

complicado a gente q tem marido baunilha.
adorei a leitura deu um tesão loucoo rsrsrs.

bjosss...