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sábado, 31 de julho de 2010

Precisamos de um lugar assim aqui no Brasil

Vi a postagem desse maravilhoso lugar no blogger da kaya http://kaya2007ds.blogspot.com/ - que faço questão de compartilhar por aqui. Vale a pena visitar o site.

Hotel CATONIUM, Hamburgo, Alemanha.

















terça-feira, 27 de julho de 2010

Rir ou refletir?


Sub Y

Mulher discreta, tímida, casada há 19 anos, 3 filhos, 40 anos, profissional bem sucedida, Gerente Comercial de uma grande empresa, situação financeira confortável e bem definida, porém no último ano, a vida conjugal e sexual descambou de vez. Não procura e não é procurada pelo marido. Brigas constantes, desentendimentos, relação esfriando visivelmente. Há 3 anos descobriu o BDSM, e se descobriu submissa. Durante esse período teve muito tempo para pesquisar e conhecer pessoas. Duas relações reais com DOM´s da mesma cidade com entregas plenas e totais. Y dava nó em pingos d'água para servir seus Donos sem deixar rastros que a denunciassem à sua vida famliar, profissional e social.


DOM Z

Casado, 44 anos, pai de família, profissional de sucesso, palestrante e empreendedor. Atuante no BDSM há 8 anos quando descobriu seu lado sádico e dominador. Da mesma forma que Y, sua vida conjugal não é das melhores. Há tempos vive um casamento de fachada, um teatro para servir de vitrine para seus amigos e familiares. Nestes 8 anos de BDSM teve várias relações D/s´s; montou um apartamento e nele fez seu dungeon. Suas saídas de casa eram sempre encobertas com apelos profissionais.


Sub Y

Sua última relação D/s havia terminado há 5 meses. Foi muito intensa e bonita e, desde o rompimento de sua coleira preferiu ficar apenas observando, sem se envolver com ninguém, até que se sentisse pronta novamente à uma nova entrega. Há 1 semana conheceu um Dominador através de uma rede de relacionamentos na internet, e desde então, longas e gostosas conversas eram realizadas pelo msn. Y estava muito entusiasmada com esse Dominador. Ele tinha um perfil muito sério no orkut, bem relacionado, com poucas, mas seletivas amizades. Em momento algum ele lhe pediu para abrir a cam e Y apenas se mostrava em pedaços de seu corpo, através de fotos de seu acervo pessoal.


DOM Z

Respeitado no meio BDSM, sádico, exigente e litúrgico. Porém sua última relação não lhe trazia boas recordações. A sub que lhe serviu era uma linda mulher, 23 anos, solteira, dona de belas curvas, extremamente obediente, servil e putinha. Tão putinha que escolheu ter um caso com seu chefe e ganhar uma promoção que lhe proporcionou uma transferência para outro estado. Quando Z soube disso, não teve nem tempo de cortar-lhe as carnes com sua cane, a putinha já estava longe. Mas Z tinha bons relacionamentos e não iria demorar até conhecer outra submissa, o que acabou acontecendo na última semana. Estava encantado com uma sub, e diariamente conversava com ela pelo msn.


Sub Y

As conversas com o Dominador lhe agradavam cada vez mais. Na grande maioria delas o BDSM nem era mais o assunto principal. Falavam de muitas coisas, desde viagens que gostariam de fazer até moda. Contaram um ao outro toda a história vivida no BDSM, seus anseios, desejos, vontades, sonhos. Y lia aquele dominador com respeito, carinho e muita admiração. Via nele o homem que sempre desejou ter em sua casa. O homem que lhe trataria como puta, como cadela e como mulher.


DOM Z

As conversas no msn com a submissa estavam fazendo-o repensar sua forma de agir no BDSM. Sempre foi autoritário nestas conversas, mas dessa vez estava mais calmo e gostando de como a relação estava sendo construída. Ele pensou várias vezes em pedir para a sub abrir a cam, ou mesmo lhe enviar uma foto. Porém, a habilidade nas palavras por ela escritas, bem como a delicadeza de se expor em partes de forma sensual, o fez mudar de idéia. Z entrou no jogo e começou a moldar em sua mente aquela submissa que o estava encantando. A imaginava como mulher ideal para criar seus filhos, cuidar de sua casa, servi-lo. Uma dama e uma cadela putinha na mesma pessoa.


Sub Y

Totalmente encantada com a educação, o respeito e a admiração que o Dominador demonstrava, Y já aguardava ansiosamente o momento em que ele a convidaria para um café, fato que acabou acontecendo e deixando-a muito feliz. Nesse exato momento, passou pela cabeça de Y pedir ao dominador uma foto, de forma que ela pudesse reconhecê-lo no momento do encontro. Porém, achou melhor não fazê-lo, pois o homem que estava na parte de dentro daquela casca é que havia conquistado seu coração.


DOM Z

Aquela submissa doce e calma, de palavras bem escritas, que demonstrava um equilíbrio que ele nunca tinha visto, de pequenas partes do corpo com belas formas (a coxa, a metade de um seio, o umbigo, etc.), despertou em Z um enorme desejo de posse, de uso, de condução. Ele precisava conhecê-la e unir todos os pedaços e todas as letras, materializando-os numa linda mulher que o faria encerrar sua busca dentro do BDSM. Assim Z convidou-a para um café, e em momento algum, lhe pediu uma foto. Ele gostou do jogo e agora queria jogá-lo até o final.


Sub Y

- Pedro! Seu safado filho da puta! Você é um ordinário...

DOM Z

- Maria! Sua puta vagabunda! Você é uma meretriz...


sábado, 24 de julho de 2010

24/7


Parabéns à todos os bdsemistas

Que o BDSM seja sempre uma forma  de
prazer e alegrias.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Prazeres...

Prazeres insólitos...

Prazeres fascinantes...

Prazeres únicos...

Prazeres contemporâneos...

Prazeres inigualáveis...

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Senhor


Tira a roupa minha puta vadia

Vem servir teu homem

Abre tua boca gulosa

Recebe nela meu néctar

Desnuda teus desejos

Dá-me tua pele macia

Para que nela eu deixe minhas marcas

Presa e imobilizada

A mercê daquele que a tem

Eu, teu Dono e Senhor

sábado, 17 de julho de 2010

A beleza e a simplicidade do BDSM de todos nós.

O BDSM de quem realmente faz e pratica o verdadeiro BDSM é feito de coisas simples, sem modelos e estúdios fotográficos; Dominador e submissa não são coadjuvantes.

É aqui que se encontra a verdadeira beleza e essência do BDSM: na simplicidade!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Os "Brutos" Também Amam!

Há algum tempo eu recebi de uma grande amiga e grande mulher, uma submissa que mora no Nordeste, este poema. Guardei-o, e hoje mexendo e fuçando em arquivos antigos o encontrei. De tão belo, não merece mais ficar guardado.


Este inferno de amar

Este inferno de amar - como eu amo!
Quem mo pôs aqui n'alma... quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é a vida - e que a vida destrói -
Como é que se veio a atear,
Quando - ai quando se há - de ela apagar?

Eu não sei, não me lembro: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talvez... - foi um sonho -
Em que paz tão serena a dormi!
Oh! que doce era aquele sonhar...
Quem me veio, ai de mim! despertar?

Só me lembra que um dia formoso
Eu passei... dava o sol tanta luz!
E os meus olhos, que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? eu que fiz? - não no sei;
Mas nessa hora a viver comecei...

Almeida Garrett

João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett, visconde de Almeida Garrett, escritor romântico, orador, par do reino, ministro e secretário de Estado honorário português (Porto, 4 de Fevereiro de 1799 — Lisboa, 9 de Dezembro de 1854).

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Frases...



"Antes de ser um homem da sociedade, sou-o da natureza."

Marquês de Sade

sábado, 10 de julho de 2010

Engraçado?

Eu não posso deixar de me pronunciar sobre uma situação desagradável que aconteceu há poucos dias atrás. Em 04/07/10 publiquei um post neste blogger intitulado “Aproveitando a deixa...”, onde expresso minha posição em relação à zoofilia. No mesmo dia, no blogger http://cantinhodanynna.blogspot.com/, a srta nynna publicou o post “Zoofilia, a bola da vez”, onde também externa sua visão sobre o assunto.

Alguns dias depois tomo conhecimento que a srta ísis publicou, neste mesmo dia 04, em seu blogger http://tattourouge1.blogspot.com/ o post “Engraçado...”, cuja minha leitura feita através do resultado que tal texto proporcionou, foi a de agredir, tanto a minha pessoa como a srta nynna. Se este foi o objetivo? Não sei e nem me interessa mais.

Vamos aos fatos. Em 31/05 a srta ísis uniu alguns textos da internet e publicou um post intitulado “Zoofilia ou bestialidade...”, onde apresentou definições, teorias e aspectos psicológicos, fatos históricos, questões legais e a entrevista de uma atriz de filmes bizarros (zoofilia). O texto foi recebido pelos leitores de diferentes formas, expressas em comentários que demonstraram interesses, curiosidades, repugnância, espanto, comparação à pedofilia, esclarecimentos, polêmicas, entre outras. Enfim, prós e contras, todos recebidos de forma democrática.

Em 26/06 o mesmo blogger publicou o texto “Preconceito...no BDSM? Como assim?”, que abordou a existência deste comportamento dentro do BDSM em relação à zoofilia, além de se posicionar em relação ao assunto. O texto abriu comentários interessantes e reflexivos, igualmente recebidos de forma democrática.

Em nenhum momento realizei comentário(s) nos referidos post´s e, quando publiquei o meu, fiz sem referenciar, criticar ou atacar a srta ísis, de forma que, gostaria de entender algumas coisas.

Por que a minha posição, bem como a da srta nynna, contrárias à dela, motivaram um ataque de forma tão agressiva, sendo que, alguns de seus próprios leitores, também contrários a esse tema, não receberam o mesmo tratamento que eu e a srta nynna recebemos?

Por que minhas palavras foram deturpadas e utilizadas contra minha pessoa através de um texto mal construído e contraditório que provocou em alguns de seus leitores a formação de um inconsciente coletivo agressivo, sendo que, a responsável e estes demais não me conhecem como homem, como pai, como profissional e nem mesmo como bdsemista?

Por que eu como bdsemista não posso externar minha posição sobre um determinado assunto – seja ele polêmico ou não e, ao invés de ser agredido, ser convidado para um debate construtivo e aberto?

Srta ísis, seus textos não me motivaram a nada! Meus motivos foram outros, até porque, se eles tivessem provocado meu start, eu teria escrito de forma muito mais consistente para sustentar e fundamentar minha posição sobre o assunto, tendo em vista a riqueza de informações que seus textos contém, bem como de reflexões que geraram.

Destarte, me vejo no direito de expor com mais clareza minha posição sobre o assunto, bem como corrigir a leitura e interpretação de algumas pessoas sobre o que escrevi.

Sobre a Zoofilia, mantenho minha posição de repudiá-la, e o faço com uma ideologia que vai além das questões bdsemistas. É muito confortável fazer uso da palavra preconceito, generalizando-a e banalizando-a. Eu tenho o meu conceito sobre a zoofilia, e não as ausências de conhecimento e reflexão sobre o assunto. Não debater e atacar, sem ter o conceito daquilo que penso, isso sim é idéia preconcebida.

Minha consciência das coisas (não vou discutir aspectos filosóficos, teosóficos ou psicológicos) é formada, conforme Karl Marx, pelo meu ser social (formação familiar, cultural, religiosa, profissional, educacional, etc.), que me permite, assim como a todos, discernir e discriminar aquilo que me faz bem daquilo que me faz mal. A parafilia de ter atração ou envolvimento sexual entre humanos e animais de outras espécies – zoofilia – me é vista como bestialidade, anormalidade, antinatural e desumana, e está para mim, muito próxima da pedofilia. Estruturalmente ambas mantém uma assimetria da cultura e do saber de alguém estar como superior e dominar a cena. Não vejo normalidade num animal dando uma “cantada” num humano, convidando-o ao sexo. Desculpas de que o animal recebe carinho, são as mesmas dos podófilos. Existe uma entrevista do Senador Magno Malta, da CPI da pedofilia, onde ele expõe que existem crianças (pasmem, até de 6 anos!), que ficam viciadas em sexo com adultos. Como elas ficaram assim? Foram condicionadas associando sensações a momentos agradáveis. O animal forma consciência ou é condicionado? Ora, ele é condicionado sem ter consciência do que está fazendo. Para mim, ambas são práticas criminosas. Os animais são desprovidos de malícia e raciocínio, mas são capazes de sentir dor, medo e fome. Como podemos afirmar que esta prática não lhes causa danos psicológicos? Inconcebível está afirmação! A Internet está abarrotada de pesquisas científicas realizadas por órgão idôneos que comprovam a existência destes danos psicológicos nos animais, basta apenas “querer” ler. Então, dentro da minha consciência formada, do meu direito de pensar e expor minhas ideologias, insiro, num grupo de práticas que considero desumanas, criminosas, ilegais, e até hediondas: a pedofilia, a zoofilia, a violência contra a mulher, o estupro, entre tantas outras onde o consenso entre as partes deixa de existir. O consentimento é algo em que podemos dizer não, e mais importante, que este não é aceito. Evidentemente que os animais não podem dizer isso, portanto essa bestialidade é apenas uma forma de contornar esse consentimento. Apenas para citar um exemplo, no The American Heritage Dictionary a definição de bestialidade é "a qualidade ou condição de ser um animal ou como um animal; conduta ou uma ação marcada pela brutalidade e depravação, ou relações sexuais entre um ser humano e um animal”. Sexo com animais é a última definição de bestialidade, enquanto as duas primeiras nos remetem a uma conduta de comportamento animal. Ponderações meramente filosóficas apenas servem, neste caso, para manter os animais sob julgo dos humanos.

Continuando minhas considerações, entramos agora na questão legal, e aqui não vou me estender muito, porque lei é lei! Para isso vou apenas citar o extrato de um artigo publicado em http://www.anda.jor.br/?p=54744, e disponível em vários outros sítios, sobre a posição do promotor de justiça Laerte Fernando Levai. Ele afirma: “Basta analisar os verbos do artigo 32 da Lei 9.605/98 (abusar, maltratar, ferir ou mutilar animais) para concluir que a zoofilia, mesmo que o animal seja induzido ou obrigado a participar, é uma forma típica de abuso. Ora, abuso é o uso indevido, desproporcional, exagerado, que viola as leis da natureza e a própria dignidade daquele que o sofre. Parece-me evidente que, se deixados em condição natural, os cães jamais procurariam uma mulher para copular, assim como uma égua não aceitaria ser penetrada por um homem. Se isso acontece, é porque os animais foram levados a essa situação aberrante, tornando-se, na realidade, vítimas da ação abusiva humana. Vale lembrar, aliás, que a Constituição brasileira veda a crueldade para com animais, mandamento este que acabou sendo acolhido pelo legislador ambiental ao incriminar – dentre as condutas típicas – os atos de abuso em prejuízo deles”.


Diante disto, espero me fazer entender os porquês discrimino (separo, percebendo distinções) e não respeito o ato desta prática, bem como não a considero uma atividade bdsemista, o que, aliás, seria uma enorme contradição, pois antes do BDSM existe toda uma vida social a nos sustentar. Crível então que dentro da tríade SSC a zoofilia deve ser discriminada.

Sobre a interpretação errada de parte de meu texto – que não acredito ser a natureza da autora realizar acusações públicas e infundadas, denegrindo a imagem de outrem – gostaria de esclarecer algumas coisas, e para isso faço uso de extratos do texto “Engraçado...”, já referenciado.

(...)“ mas desculpe-nos, o senhor pode e deve tratar suas escravas e submissas como elas merecem ou o senhor acha que elas mereçam. Elas não são bichos, e não chamamos nenhuma escrava/submissa com esse linguajar”(...)

Srta ísis, se tem alguma dúvida ou questionamento sobre meu comportamento como DOM em relação às escravas/submissas/cadelas/mulheres com quem me relacionei ou me relaciono dentro do BDSM, pergunte à elas. Aliás, uma delas é sua grande amiga, a rebeca. Pergunte-lhe se eu, em algum momento, a tratei como bicho? A nynna também foi minha submissa, mas pelo tom de seu texto, não acredito que lhe faria essa pergunta, mas tenho certeza que ela lhe responderia de bom grado.

O quê eu disse de forma muito clara em meu texto (abaixo), é exatamente o contrário de seu questionamento: tratei, trato e continuarei tratando minhas “cadelas” como seres humanos, e não como bichos.

“As cadelas com quem tive e/ou tenho prazer sexual são seres racionais (decidem, pensam, analisam, aceitam e fazem isso sem serem obrigadas) e não tem pêlos nem 4 (quatro) patas”.

Sobre meu linguajar, quando utilizo o termo “cadelas”, comum entre DOM´s e sub´s, talvez diferencie-se do seu num aspecto. Não é apenas coloquial e tradicional, ele também vem carregado de carinho e admiração pela mulher submissa.

Em relação aos comentários, muitos deles acredito terem sido construídos muito mais a partir do texto “Engraçado...” do que de uma reflexão e conhecimentos mais profundos sobre zoofilia e as pessoas envolvidas pela srta ísis. Nunca tive a pretensão – e sempre deixei isso claro em todos os meus textos – de criar padrões de comportamento ou de ditar regras sobre práticas ou técnicas bdsemistas, tanto que escrevo meus textos com o objetivo de externar minha visão de forma reflexiva e de sempre defender aquilo que, nesta minha visão, considero BDSM.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Olhares...

Um olhar pede, agradece, chama, implora, ri, chora,

Demonstra medo, alegria, pavor, desejo, prazer,

Expressa sentimentos, emoções, dor,

 mesmo quando não o vemos!