Páginas deste Blog

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A Cópula


Depois de lhe beijar meticulosamente
o cú, que é uma pimenta, a boceta, que é um doce,
o moço exibe à moça a bagagem que trouxe:
culhões e membro, um membro enorme e turgescente.


Ela toma-o na boca e morde-o. Incontinenti,
Não pode ele conter-se, e, de um jacto, esporrou-se.
Não desarmou porém. Antes, mais rijo, alteou-se
E fodeu-a. Ela geme, ela peida, ela sente


Que vai morrer: - "Eu morro! Ai, não queres que eu morra?!"
Grita para o rapaz que aceso como um diabo,
arde em cio e tesão na amorosa gangorra


E titilando-a nos mamilos e no rabo
(que depois irá ter sua ração de porra),
lhe enfia cona adentro o mangalho até o cabo.



Manuel Bandeira

8 comentários:

LadySiri disse...

Magnífico poema de Bandeira! Impetuoso, nos fode até a alma!
Beijos My Lord!

Delícia Fálica disse...

Gostei.
Não nego que também gosto de tudo o que escreves.

Sigo

Delícia Fálica

Catlin disse...

Subiu a temperatura da cadelinha aqui, rsss

respira...kkkk

poema delicioso Lord lindo.

bjs de respeito

Luna_Gabo*Bad Wolf* disse...

Esse poema do Bandeira é mesmo surpreendente...erotismo em alta voltagem.

BJ!


Luna_Gabo BADWOLF

ACM disse...

Brother, esse é daqueles que não se pode mudar uma vírgula.

Perfeito em tudo, até nas imagens.

Abraço
ACM:)

Lord Bondage disse...

Realmente ACM, quando vi esse poema, kct, lindo demais.

Abraços.

ઇ‍ઉ MαsкєĐ ઇ‍ઉ disse...

Deliciosamente gostoso...

Lord Bondage disse...

Obrigado Masked... beijos